A leitura é um dos primeiros passos para o desenvolvimento de uma vida intelectual. É um exercício maravilhoso para o cérebro, amplia nossa capacidade de raciocínio lógico, auxilia na concentração e enriquece a escrita.

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Poucos livros são tão delicados e encantadores para iniciar o hábito da leitura quanto O Despertar da Senhorita Prim. Com uma narrativa leve, mas muito reflexiva e detalhada, aguçando nosso imaginário. Seus detalhes são tão bem contados que você consegue sentir o cheiro do bolo e o frio da neve.
Foi uma leitura tão prazerosa que eu ficava com aquela sensação de que precisava voltar logo para casa para continuar “assistindo” à uma série.

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Eu falo que essa obra tem que ser nosso livro de cabeceira.
Utilizando personalidades mundialmente conhecidas, de todas as épocas, Greene nos auxilia a identificar os comportamentos humanos. De Coco Chanel a Stalin, passando por Martin Luther King, Rainha Elizabeth I, Richard Nixon e tantos outros, ele mostra como os mesmos padrões emocionais (inveja, poder, insegurança, sedução, empatia, medo) se repetem ao longo da história.
Greene narra as histórias dessas personalidades ensinando a enxergar o que está por trás das máscaras sociais, a entender as intenções ocultas por trás de ações aparentemente inocentes, e, o mais importante, a nos conhecermos profundamente.
Foi um dos primeiros livros que li quando comecei a estudar Antropologia Filosófica. Como eu ainda não tinha reativado meu hábito de leitura, demorei meses para finalizá-lo, o que veio a calhar, vez que eu lia um capítulo todos os dias e, “coincidentemente”, o que eu lia no dia me ajudava a identificar e lidar com comportamentos no trabalho e nas demais relações.
Um guia comportamental para navegar pelas relações humanas com inteligência emocional e profundidade.

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O Banquete de Platão tem tantas nuances que me renderam dissertações sobre os mais variados temas: o Belo, as virtudes, a maturidade e, é claro, o amor, tema central da obra.
Na narrativa, um grupo de homens se reúne para celebrar e, entre taças de vinho e pensamentos elevados, decidem fazer discursos em homenagem a Eros, o deus do Amor. Cada interlocutor apresenta sua visão pessoal sobre o amor, que vai desde o desejo físico mais imediato até concepções mais filosóficas e espirituais.
Mas, como em tantas outras obras de Platão, o ponto alto está no discurso de Sócrates, que, por sua vez, diz não falar em nome próprio, mas sim transmitir o ensinamento de uma figura misteriosa e fascinante: Diotima de Mantineia, uma mulher sábia que, segundo ele, o instruiu sobre os verdadeiros caminhos do amor.
É aí que o texto atinge um novo nível de profundidade: Diotima propõe uma verdadeira jornada da alma rumo ao Belo, conhecida como a escada do amor (ou escada de Diotima).
Ela nos direciona a imaginar o amor como um impulso que nos eleva, como quem sobe degraus de uma escada.
No começo, amamos um corpo belo. Nos encantamos com aquilo que vemos: um rosto, um gesto, uma presença.
Depois, percebemos que a beleza não está presa a um único corpo e que há muitos outros igualmente belos, e isso nos faz olhar para além do indivíduo.
Em seguida, passamos a valorizar a beleza das almas: o caráter, a virtude, a inteligência.
Logo, começamos a amar também as ideias, as leis, os valores, e o que há de belo nas criações humanas.
E por fim, se seguimos subindo, somos conduzidos ao amor pelo Belo em si, por aquilo que é eterno, imutável, que não depende do tempo ou das aparências.
É nesse estágio mais alto que nasce o amor mais puro: o amor à sabedoria, ou seja, à filosofia.
Diotima sugere que, à medida que amadurecemos, também amadurece a nossa forma de amar. De um amor voltado ao prazer e à beleza passageira, passamos a desejar aquilo que é mais duradouro, mais verdadeiro, mais essencial.
São apenas 79 páginas, e ainda assim, me emaranhei nos discursos por dois dias.
Vale (muito) a leitura. E para não te entregar tudo de bandeja, deixo aqui o convite: suba os degraus dessa escada. Leia com calma, releia se precisar, e deixe que Platão (ou Diotima) te mostre o que talvez você nunca tenha pensado sobre o amor.

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Um livro para quem acredita, para quem não acredita, para quem quer acreditar e para quem não quer acreditar em Deus.
Com uma escrita ácida Lewis vai nos dando tapas na cara (nada suaves) de como nos achamamos espiritualizados e bons, mas na verdade estamos sendo conduzidos pelo Maldanado, ou pelo Vermelindo (nome das personagens do livro).
Um livro que me fez refletir muito, sobre tantas coisas, que me agradou demais, por confirmar tantas teorias que eu já tinha sobre a modernidade, mas que meu doeu ainda mais, por me fazer perceber que eu sou exatamente aquilo que não POSSO ser.
Com certeza um livro que entrou no meu TOP .
